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Saúde íntima feminina após os 40: o que muda?

A saúde íntima é essencial em todas as fases da vida da mulher. Entretanto, após os 40 anos, o corpo feminino passa por mudanças importantes que merecem atenção, pois podem impactar diferentes áreas da vida, incluindo o bem-estar físico, emocional e sexual. O que muda na saúde íntima após os 40 anos? Cuidados essenciais para a saúde da mulher após os 40 anos 2. Dê atenção à saúde íntima: 3. Priorize uma vida saudável e equilibrada: 4. Considere a terapia hormonal, se indicada: A terapia hormonal pode ser uma opção para aliviar sintomas como insônia, alteração de humor, perda de memória, ondas de calor, ressecamento vaginal e insônia, além de proteger a saúde óssea. No entanto, deve ser avaliada individualmente e indicada apenas por um médico. Mudanças no corpo são naturais, mas com orientação médica, hábitos saudáveis e atenção às necessidades do seu corpo, é possível enfrentar os desafios com confiança.

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Verão e Candidíase: Como Prevenir e Manter a Saúde Íntima

O verão é uma estação que traz calor, umidade, o aumento da transpiração, o uso prolongado de roupas de banho úmidas e o calor criam um ambiente propício para o crescimento de fungos. Embora seja um período de lazer, esses fatores podem contribuir para o aumento dos casos de candidíase, uma infecção fúngica comum que afeta muitas mulheres. A candidíase é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida, que ocorre naturalmente no corpo, mas pode se proliferar em condições de calor e umidade. Dicas para Prevenir e Lidar com a Candidíase no Verão  E se a candidíase aparecer? Caso você perceba sintomas como coceira intensa, vermelhidão e corrimento esbranquiçado, é importante procurar orientação médica. Evite a automedicação e consulte uma ginecologista para receber o tratamento mais adequado para o seu caso.  Cuide-se e aproveite o verão! Dra. Caticilene Botelho • CRM/RS 28416 • RQE 22214

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Ressecamento Íntimo na Menopausa: Causas, Sintomas e Dicas para Alívio

Entre os sintomas mais comuns da menopausa está o ressecamento vaginal, que afeta a qualidade de vida e, muitas vezes, a autoestima. Vamos entender por que isso acontece e como lidar com essa questão. O que causa o Ressecamento Vaginal na Menopausa? Durante a menopausa, ocorre uma queda nos níveis de estrogênio, hormônio responsável pela lubrificação e elasticidade da região íntima. Essa diminuição causa uma redução na produção natural de lubrificação vaginal, deixando os tecidos mais secos e finos, em um processo chamado atrofia vaginal. Sintomas Comuns O ressecamento vaginal pode variar de mulher para mulher, mas os sintomas mais frequentes incluem: Esses sintomas podem afetar a qualidade de vida, levando a uma diminuição da libido e até ao afastamento de atividades que antes eram prazerosas. A boa notícia é que existem várias formas de lidar com o ressecamento vaginal e melhorar o conforto durante a menopausa. Aqui estão algumas dicas: Lembre-se de que lidar com esses sintomas é possível, e você não precisa enfrentar a menopausa com desconforto. Dra. Caticilene Botelho • CRM/RS 28416 • RQE 22214

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Autonomia na Menopausa: Reposição Hormonal e Alternativas

A menopausa é uma fase natural e transformadora na vida da mulher, trazendo mudanças perceptíveis que afetam tanto o corpo quanto a qualidade de vida. Com a queda na produção de hormônios, sintomas como secura vaginal, fogachos, incontinência urinária, inchaço e dores podem tornar o cotidiano mais desafiador. A reposição hormonal é uma alternativa importante para muitas mulheres, ajudando a aliviar esses sintomas e a manter a autonomia. A terapia hormonal equilibra os níveis hormonais, reduzindo os desconfortos da menopausa.  No entanto, essa opção nem sempre é adequada para todas. Para mulheres com risco de doenças cardiovasculares, trombose, câncer de mama ou de endométrio, entre outras condições, devemos avaliar outras alternativas. Um estilo de vida saudável é fundamental para manter a qualidade de vida e reduzir os sintomas da menopausa. Hábitos como manter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos regulares, garantir boas noites de sono e evitar álcool fazem uma grande diferença. Além disso, a suplementação com vitaminas e minerais específicos, pode auxiliar na disposição e na saúde óssea, promovendo o equilíbrio do organismo. Avaliação Individual e Personalização do Tratamento Cada mulher é única e pode reagir de maneiras diferentes às mudanças da menopausa. Por isso, uma avaliação individual com seu ginecologista é essencial para personalizar o tratamento e escolher as melhores alternativas, seja a reposição hormonal ou outros métodos complementares. Dra. Caticilene Botelho • CRM/RS 28416 • RQE 22214

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A vida é feita de escolhas: conheça a epigenética

Nascer com certas heranças genéticas não significa estar condenada a elas pelo resto da vida. A epigenética nos mostra que nossos hábitos e escolhas têm o poder de influenciar como nossos genes se expressam ao longo do tempo, modulando nossa saúde e bem-estar. O que é a epigenética? A epigenética é a ciência que estuda como nossos comportamentos e estilo de vida impactam diretamente na expressão dos genes. Em outras palavras, embora tenhamos uma genética herdada, fatores como alimentação, atividade física, sono e gerenciamento do estresse podem “ligar” ou “desligar” certos genes, alterando os caminhos que eles tomam. Como a epigenética funciona? Pense no DNA como um “manual” que contém instruções para características como cor dos olhos e cabelo, além de predisposições para algumas condições de saúde. Porém, a expressão desses genes é influenciada pelo epigenoma — um sistema que interage com o ambiente, captando informações externas e transmitindo-as ao DNA. Através de modificações químicas, o epigenoma regula quais genes se manifestam e em que intensidade. Qual a relação entre a epigenética e a saúde? Imagine que você tenha uma predisposição genética para uma condição específica. Ao adotar um estilo de vida saudável, com uma alimentação equilibrada e prática de exercícios, é possível modificar a expressão dos genes associados a essa predisposição, adicionando marcadores químicos que modulam sua atividade e, em alguns casos, até “desligam” esses genes. Por outro lado, hábitos prejudiciais, como uma alimentação desequilibrada, sedentarismo e alto nível de estresse, podem “ligar” genes associados a condições de saúde que não estavam originalmente na sua genética, aumentando os riscos para essas doenças. Resumindo: as escolhas saudáveis são uma poderosa ferramenta de prevenção. Ao cuidar dos seus hábitos e priorizar o bem-estar, é possível viver de forma plena e alcançar a longevidade com saúde! Dra. Caticilene Botelho • CRM/RS 28416 • RQE 22214

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Perimenopausa: entenda a transição para a menopausa e como manter-se saudável

A perimenopausa é o período de transição que precede a menopausa, marcando uma fase em que o corpo se prepara para essa nova etapa. Durante a perimenopausa, ocorre uma variação nos níveis hormonais, especialmente de estrogênio e progesterona, o que pode provocar uma série de sintomas e mudanças no corpo. Quando começa a perimenopausa? A perimenopausa pode iniciar por volta dos 40 anos, mas a idade de início varia para cada mulher. Pode começar antes ou depois dessa faixa etária. Em geral, a perimenopausa pode durar de 4 a 8 anos, dependendo do organismo individual. Por isso, é importante lembrar que cada experiência é única e não há um “padrão” exato. Quais são os sintomas mais comuns? Durante a perimenopausa, é comum observar mudanças nos níveis hormonais, que podem levar a diversos sintomas, incluindo: Esta fase pode ser desafiadora, e ter o suporte de um profissional de saúde e de pessoas próximas pode ser essencial para enfrentar as mudanças de forma equilibrada. Não hesite em buscar orientação médica e apoio durante essa transição. Cuidar da sua saúde mental e física é essencial para manter o bem-estar e a qualidade de vida.

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Conheça os principais fatores de risco do câncer de mama

O câncer de mama é uma doença que afeta principalmente mulheres entre 50 e 69 anos. No entanto, a diminuição da idade média de diagnóstico para mulheres a partir dos 40 anos é um motivo de preocupação e alerta. O câncer de mama é uma doença complexa, e compreender seus fatores de risco pode ajudar na prevenção e detecção precoce 1. Genético/Hereditário: O histórico familiar desempenha um papel significativo no risco de desenvolver câncer de mama. Se você tem parentes próximos que foram diagnosticados com a doença, é importante considerar essa predisposição. Estima-se que 5% a 10% dos casos de câncer de mama sejam hereditários, o que ressalta a importância de uma avaliação genética, se necessário. 2. Endócrino/Hormonal: Os fatores hormonais são cruciais para o diagnóstico. Aspectos como a menarca precoce (primeira menstruação antes dos 12 anos), menopausa tardia e gravidez após os 30 anos podem influenciar o risco. É fundamental discutir esses aspectos com seu ginecologista para uma avaliação completa do seu risco. 3. Comportamentais: Estilos de vida também desempenham um papel importante. Obesidade, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e tabagismo são fatores que podem aumentar o risco de câncer de mama. Adotar hábitos saudáveis é uma forma eficaz de reduzir esse risco. É possível prevenir? Embora não seja possível prevenir completamente o câncer de mama, a adoção de hábitos saudáveis pode reduzir significativamente o risco. Pratique atividades físicas regularmente, mantenha uma dieta equilibrada e consulte com frequência profissionais de saúde, como ginecologistas, nutricionistas e endocrinologistas. Além disso, realizar o autoexame das mamas e a mamografia são medidas importantes para a detecção precoce. Esses exames ajudam não só a identificar a doença, mas também a monitorar a saúde das mamas. Quando devo realizar os exames? Para mulheres com histórico familiar de câncer de mama, o ideal é iniciar o acompanhamento a partir dos 40 anos anualmente. Sinais de alerta: Fique atenta a qualquer alteração nas mamas, como: Manter um estilo de vida saudável e ativo é essencial para a prevenção do câncer de mama. A ginecologia integral se dedica a ajudar mulheres a prevenir doenças e a garantir uma boa qualidade de vida.

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Entrei na menopausa e minha lubrificação acabou. O que posso fazer?

O envelhecimento e o ressecamento íntimo são partes naturais da vida, mas podemos suavizar esses efeitos e torná-los menos perceptíveis. Atualmente, há uma variedade de intervenções disponíveis para a região íntima, facilitando a escolha da opção que melhor se adapta às suas necessidades. Quando falamos de falta de lubrificação íntima, não estamos tratando apenas de questões estéticas. Mudanças como o afinamento da pele vaginal, a redução da elasticidade, alterações no pH vaginal e na vascularização contribuem para a diminuição da sustentação na área, aumentando o risco de infecções geniturinárias, por exemplo. Além dos sinais visíveis, o envelhecimento íntimo pode reduzir a lubrificação natural, causando secura, dor durante as relações sexuais e irritação local. Essa perda de lubrificação não só afeta a autoestima, mas também pode impactar o relacionamento e a qualidade de vida. O envelhecimento íntimo também pode estar associado a outros fatores além das alterações hormonais da menopausa, como pós-gravidez e parto, mudanças bruscas de peso e certos tipos de exercícios físicos que impactam a região. É importante lembrar que, embora seja comum em mulheres acima dos 50 anos, o ressecamento íntimo pode ocorrer em diversas idades. Felizmente, a ginecologia oferece diversas opções de tratamento. As orientações iniciais geralmente incluem higienização e hidratação íntima adequada, além de medidas preventivas. Até 80% das mulheres podem experimentar ressecamento na região íntima durante a menopausa. Os tratamentos disponíveis vão desde hidratantes com ácido hialurônico para o canal vaginal e hormônios locais até injetáveis íntimos com ácido hialurônico e tecnologias avançadas que promovem lubrificação, elasticidade e vascularização. Os produtos utilizados na região íntima devem ser à base de água, livres de irritantes, álcool e metais pesados, e, preferencialmente, específicos para peles sensíveis. Entre as tecnologias ginecológicas, opções como laser, radiofrequência, LED, ultrassom microfocado e campo eletromagnético podem ser usadas isoladamente ou combinadas com outros procedimentos, dependendo da gravidade e da avaliação individual. É importante destacar que a manutenção de um estilo de vida saudável, incluindo uma dieta equilibrada, exercícios físicos regulares e a cessação do tabagismo, pode ter um impacto positivo na saúde íntima das mulheres durante o envelhecimento. À medida que envelhecemos, é fundamental prestar ainda mais atenção à saúde íntima. Compreender as mudanças hormonais e físicas que ocorrem durante o processo de envelhecimento e buscar orientação médica adequada são passos essenciais para garantir uma vida íntima saudável e gratificante. Dra. Caticilene Botelho

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Setembro Amarelo: A importância da saúde mental feminina

Setembro Amarelo: A importância da saúde mental feminina Falar sobre saúde mental pode ser desafiador, especialmente para as mulheres. Com a correria do dia a dia e as inúmeras responsabilidades, encontrar um momento para refletir sobre o próprio bem-estar pode parecer um privilégio. No entanto, ao discutirmos a importância da saúde mental feminina, muitas mulheres se sentem acolhidas e compreendidas. Se você, mulher, está se sentindo estressada ou desmotivada e acredita que isso é apenas resultado da sua rotina, fique atenta a esses sinais: Distúrbios do Sono: Preocupação Excessiva: Problemas Relacionados ao Estilo de Vida: Doenças como depressão e ansiedade não seguem um padrão fixo e podem surgir em qualquer fase da vida, desde a infância até a idade adulta. No entanto, os motivos para essas condições podem variar conforme a fase da vida da mulher. Enquanto uma adolescente pode enfrentar depressão devido a padrões estéticos, uma mulher adulta pode desenvolvê-la a partir de problemas financeiros. Apesar das diferenças nas causas, há aspectos comuns, como a demora para buscar ajuda e a desmotivação para atividades antes prazeirosas. Importância de buscar o tratamento adequado Discutir saúde mental é essencial para aumentar a compreensão sobre o tema e inspirar outras pessoas a buscar tratamento e melhorar sua qualidade de vida. Enfrentar o desafio de cuidar dos filhos, da casa e das pessoas ao seu redor, além de si mesma, pode ser desmotivador. Muitas mulheres acabam apenas seguindo a rotina sem investigar a fundo a causa de seus problemas. Buscar referências em outras mulheres que passaram por situações semelhantes pode ser uma excelente maneira de encontrar a superação. Como Cuidar da Sua Saúde Mental Lembre-se: cuidar da saúde mental é fundamental para uma vida equilibrada e plena.

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Saiba como a alimentação pode te ajudar no tratamento da Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP).

A Síndrome dos Ovários Policísticos, também conhecida pela sigla SOP, é um doença endócrina e metabólica que pode levar a um risco aumentado de infertilidade, resistência insulínica e doenças cardiovasculares, além de outras patologias.Devido a alteração hormonal, é comum o maior aparecimento de pelos em lugares não tão comuns, como no rosto, sintomas que chamamos de hiperandrogenismo, alteração ciclo menstrual e às vezes inclusive alteração na característica dos ovários e múltiplos cistos típicos. Outras dificuldades encontradas em mulheres que possuem a síndrome é a dificuldade de engravidar, risco de desenvolver diabetes tipo 2 e obesidade. Por isso, devido a essas complicações, a introdução a uma dieta balanceada é a principal chave para minimizar os efeitos da SOP. Consulte um profissional especializado na área para uma avaliação personalizada e mantenha consultas frequentes com uma equipe multidisciplinar.

Dra. Caticilene Botelho
Ginecologista | CRM/RS 28416 • RQE 22214

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